Demi Lovato - Dancing With The Devil… The Art of Starting Over
. Leonardoliveira (93/100): "Em seu
sétimo album de estúdio, Lovato continua a se mostrar uma das maiores
vocalistas surgidas no final da década 2000s e que teve reconhecimento por isso
ao longo da década de 2010s, o album apresenta Demi com letras mais maduras do
que nunca, falando sobre seu pessoal mas também se dando uma chance de experimentar
o recomeço em letras mais divertidas e esperançosas, ela mostra também que tem
personalidade se arriscando a trabalhar com múltiplos gêneros musicais no
projeto (pop, rock, country, soul e até elementos de trap) e mesmo assim não
deixando o album soar barulhento e uma salada de frutas mas sim mostrando que
sua voz é sinônimo de versatilidade artística."
. Bruno (92/100): "Achei que ela
ponderou muita coisa vocalmente, sendo essa a principal reclamação nos albums
anteriores, os excessos vocais - que se encontram no DEMI, Confident e no Tell
Me; ponto positivo. e achei também que ele podia ter umas 3 faixas a menos,
mesmo na versão standard são 18 - muita coisa pros dias de hoje. 15 faixas era
ideal e jogava as restantes num deluxe, sei lá; ponto negativo. mas no geral é
um album muito bom. O segundo melhor da carreira."
. Euliette (90/100): "Neste álbum
pós crise da Demi vemos a cantora abrir o seu coração e a sua voz para o
público, nós atingindo com baladas poderosas na primeira parte. Já na segunda,
somos envolvidos por um pop melódico e bem construído, com letras irônicas e
batidas marcantes."
. Badzgabs (81/100): "Em "Dancing With The Devil…The Art of
Starting Over" Demi nos leva através da sua jornada depois e até um pouquinho
antes da sua overdose, trazendo em suas 3 primeiras faixas o momento sombrio e
triste que estava vivendo, mas a sonoridade se transforma totalmente depois da
Intro, como a mesma diz: nos leva a sua jornada, revisitando seu passado e
mostrando como tudo o que ela passou moldou a pessoa que ela é, e recomeçando,
porque nunca é tarde para isso."
. Caioo (80/100): "Pontos Positivos: Album coeso entre si embora tenha diversos estilos. Controle vocal, ela solta diversas high notes no álbum porém todas muito bem contidas a produção vocal desse álbum arrasou muito. E a ideia de separar o álbum em duas partes. Pontos Negativos: O álbum poderia ter menos músicas, entendo que ela estava há quatro anos sem lançar álbum e passou por muita coisa esse tempo, mas mesmo assim achei longo e por isso descontei um ponto da média final. Anyone na tracklist me desagradou acho que sober tinha muito mais a vibe do álbum."
. Jao (79/100): "Demi entrega um de seus melhores álbuns. É inegável o quanto a cantora amadureceu musicalmente e vocalmente, mostrando domínio de seu timbre e o explorando de forma perspicaz, sem exageros. A produção impecável do álbum é mais um dos pontos positivos. Uma das vozes mais potentes de sua geração e da atualidade, Demi canta sobre a experiência de sua quase morte por overdose e nos leva em uma jornada sobre a arte de recomeçar. Uma das artistas mais talentosas que surgiu no final dos anos 2000, a expectativa é de que cresça ainda mais como artista nos próximos trabalhos."
. MeltAway (78/100): "Eu odeio a Demi. Ela e os fãs. Mas é inegável que ela entregou um dos melhores álbuns do ano. É um excelente álbum pop, coeso e diversificado, com lindas baladas, músicas country, um Pop Rock em ‘‘Lonely People’’, uma boa influência no pop/rock dos anos 90 que predomina metade do álbum, coisa que eu ADOREI e podemos ver claramente essa influência nas músicas ‘‘Melon Cake’’ (que parece de uma trilha sonora de um desenho da Nickelodeon), ‘‘The Kind Of Lover I Am’’ e ‘‘Good Place’’. E termina com uma música Gospel, ‘‘Sunset’’. Muitas músicas nem deveriam estar no álbum, o que o torna desnecessariamente longo."
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